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Desavença

segunda-feira, 11 de Março de 2013 | 12:25

Ana a vó: que criava o neto André.

André, um menino esperto com uma leve deficiência auditiva, muito amigo da vó por ter um afeto maternal.

Mario o pai do menino, o único homem da casa, o responsável para os serviços pesado da moradia rural sem luz elétrica, filho da Ana.

Maria, nora de Ana não desfrutava dum pensamento lógico, polêmica e má humorada.

 

Ana adorava o neto e definia Maria como louca. Mario sempre calado, atento a tudo, não tomava partido em nada.

André, a alegria aos olhos de todos, na ausência de televisão.

Maria, cozinhava, lavava, varria, ora Cozia e bordava...

 

A noite todos reunidos na cozinha em torno do fogão a gás com um problema numa das bocas. Ana pediu a o neto iluminar o ambiente para limpar o dispersor do gás. André não definia as ordens e pediu para a vó falar alto.

 

Ana reclamou que André não segurava o lampião na posição correta e iluminava mal.

Ana chamou o neto de surdo.

André chamou a vó de cega.

Maria, que assistia tudo chamou Ana de velha.

Ana, a nora, de louca.

André chamou sua mãe de metida.

Maria: André de mimoso.

Mario, o filho: de filho da vó.

A vó, ao Mario: de “filho da Mãe”.

André ao se referir ao pai, disse:

- Pai! Paizinho me ajuda aqui com o lampião.


Escrito por Gostaires Gonzales

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Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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