Logo Alfaro
Fale com o Alfaro
Promovendo cidadania com informação
banner Alfarobanner Alfarobanner Alfaro

Mais Antigos

SELECIONE O MÊS/ANO
D S T Q Q S S
1
2 3 4 5 6 7 8
9 10 11 12 13 14 15
16 17 18 19 20 21 22
23 24 25 26 27 28 29
30 31


Homens fazem sexo, mulheres fazem amor

segunda-feira, 28 de Julho de 2014 | 10:33

Esta frase, tantas vezes repetida, contestada e defendida, que resume uma posição mundialmente consagrada, foi forjada e lapidada pelas mulheres contemporâneas, que dominam praticamente tudo nos últimos tempos.

É titulo do livro do casal de australianos, Allan e Barbara Pearse: “Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?“, que, além de tornar-se um bestseller, transformou-se em um filme e também incentivou-os a escrever o também tendencioso: “Porque os homens mentem e as mulheres choram?”

Óbvio que essas obras são meramente mercantilistas e tentam sugerir que os homens são práticos, frios e calculistas e as nossas companheiras sentimentais, emocionais, etc.Não obstante, é incontestável que nessas propostas existe um viés científico e bem humorado das nossas diferenças e contemplam avanços da ciência e da evolução humana que são muito bem-vindos. Ganhou tanta força que virou uma tese, um movimento que se consolida, também, em consultórios de analistas e psicólogos.

Essa discussão nos leva aos homens das cavernas, que arrastavam suas presas pelos cabelos, para lá, indefesas, serem possuídas. Se iam nesse rudimentar transporte, óbvio que iam contra vontade, literalmente à força. O sexo era para a manutenção da espécie, procriação, visto ao contrário era pecaminoso.

Essa situação, infelizmente, perdurou por milênios e ainda se constata em culturas atrasadas e preconceituosas, especialmente por motivações religiosas. Na primeira metade do século passado, o Dr. Alfred Kinsey, cientista americano, pesquisou e revelou questões que foram fundamentais ao resgate de uma posição mais equânime sexualmente entre homens e mulheres. Lembro que o orgasmo, ápice de uma relação sexual, foi até pouco tempo privilégio dos homens, não cabendo às mulheres sequer discuti-lo, reivindicá-lo. Hoje, felizmente é matéria discutida abertamente e tratada, quando for o caso.

Esse processo andou tão rápido que hoje quem controla, define e dá as cartas na questão sexual são as mulheres, o que me leva a pensar que essa história de que nós fazemos sexo e elas amor não passou de uma mórbida estratégia para nos penalizar, resgatando uma conta, um contencioso de milênios. Fosse essa tese verdadeira, não existiriam tantos adultérios e traições protagonizados por iniciativa das mulheres que, infelizmente, estão cada vez mais parecidas conosco, a quem sempre foi atribuído esse pernicioso comportamento. Vejam que essa evolução foi tão rápida e surpreendente que desapareceu do cenário relacional a antiga: ”discussão da relação”, costumeiramente levantada pelas mulheres. Hoje algumas discussões a respeito são de iniciativa masculina, mas tal qual no passado, são rechaçadas com veemência. Efetivamente estamos pagando a “mula roubada”, parece um complô internacional, intergaláctico, talvez.

A situação é tão complicada que recentemente foi divulgado no tabloide britânico,jornal Dayly Mail, o caso de um casal europeuem que o marido frustrado pelas negativas da mulher em fazer sexo, aproveitou a viagem da esposa para lhe enviar um e-mail contendo uma planilha contemplando todos os dias do mês de junho deste ano, onde registra todas as negativas e os motivos. A mulher, raivosa, tentou ligar-lhe antes do embarque, semsucesso.Resolveu, como retaliação, compartilhar a tal planilha no Reddit. Embora respeitando o anonimato do casal, a mulher criou uma polêmica que ganhou repercussão internacional e não serviu de nada para os protagonistas, só aumentou o contencioso. Sabe-se que no registro foram assinaladas três relações no período, e que as motivações para o “não” foram as de domínio internacional: dor de cabeça; cansada, levantar cedo, dormir tarde, bebi e comi muito, etc. etc. Não é minha intenção apagar esse incêndio colocando mais combustível, afinal as coisas andam muito feias para os homens em termos de sexo, mas uma advertência é indispensável: “Preparem-se, as coisas, que não andam boas, podem piorar”.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

Desenvolvimento X Formação Profissional – Problemas persistem...

terça-feira, 01 de Julho de 2014 | 12:54

A região sul do estado do Rio Grande do Sul, em função da instalação do Polo Naval em Rio Grande e, mais recentemente, do Estaleiro da EBR em São José do Norte, continua vivendo momentos de grande expectativa empolgação, fruto dos vultosos investimentos já alocados e da perspectiva de novos empreendimentos, que preveem, por exemplo, novos estaleiros nessa esteira desenvolvimentista.

Entendo ser a oportunidade de recuperação da economia de toda a região, em depressão desde o início do século XX, não obstante, tenho uma grande preocupação com a falta de mão de obra especializada para atender as demandas e a inexistência de uma política para cobrir esses gargalos. Instituições não faltam, iniciativas e recursos, pelo que divulgam, não são problema. Então, onde se concentraria essa preocupação?

Explico: Com todo esse marketing em torno da “redenção econômica”, da expectativa de dezenas de milhares de oportunidades de trabalho, são oferecidos à comunidade inúmeros cursos “profissionalizantes”, onde os conteúdos, pré-requisitos e carga horária, não se coadunam com a demanda existente.

Como sempre, nas ondas de progresso surgem oportunidades para todos os segmentos, inclusive, aos “mercadores de ilusões”, que oferecem salários milionários, condicionados a determinados cursos, que não levam a lugar algum.

Falta uma coordenação que compatibilize de maneira séria os interesses dos profissionais da região às demandas das empresas que estão se instalando por aqui, com responsabilidade de fiscalizar, “com olhos de ver”, toda essa situação.

Temos Universidades/ Faculdades/Escolas Técnicas, públicas e privadas, além do SENAI e do SENAC, que ainda não estão dando conta de suas missões, constatação que faço por percepção de mercado e pelas reiteradas manifestações dos responsáveis por esses empreendimentos.

Somos pródigos em entidades representativas disso e daquilo e comissões improdutivas, que mais disputam espaços e beleza entre si, e pouco apresentam de concreto e permanente. Da minha parte, enquanto protagonista como dirigente do SINDILOJAS e da FECOMÉRCIO, onde assumo posição no próximo dia 1º de julho, levarei ao novo presidente, Luiz Carlos Bohn, convite para que venha a Rio Grande disponibilizar toda a nossa estrutura profissionalizante e de educação, através do SENAC e da Faculdade SENAC, e dialogar com todas as lideranças empresariais da região sobre a formatação de um diagnóstico que apurará novas demandas. Todos os agentes representativos do Comércio, da Indústria e dos Serviços, por conseguinte, estarão sendo instados a participar de forma democrática e propositiva, sem vaidades, menos donos da razão. A hora é de agregar esforços e lideranças, racionalizando tempo e recursos na busca dos interesses e objetivos comuns. Mãos à obra.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

^ topo

QUEM SOU

Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

ENTREVISTAS

O QUE EU LEIO

ÚLTIMAS 10 POSTAGENS


Ouça a Rádio Cultura Riograndina

ARQUIVOS

Alfaro Negócios Imobiliários
WD House

Blog do @lfaro - Todos os direitos reservados