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Marechal do Varejo ou, simplesmente, Luizinho do Guanabara

terça-feira, 15 de Abril de 2014 | 12:55

O grande Fernando Pessoa, o mais universal dos poetas portugueses, certa ocasião escreveu uma frase que me marcou muito: “Às vezes ouço o vento passar; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”. Absorvo dela a magnitude sublime que um ser humano alcança quando dá valor sincero à simplicidade e a adota como norte de vida. Outro monstro, o incomparável Albert Einstein certa ocasião, em uma palestra, asseverou: “No meio da confusão, encontre a simplicidade. A partir da discórdia, encontre a harmonia. No meio da dificuldade reside a oportunidade”, outra pérola, que divido com meus leitores, nesta homenagem que pretendo fazer a um homem que exala simplicidade em praticamente tudo o que faz.

Filho único de Selma e Luiz Carvalho, o empresário rio-grandino Luiz Carlos da Silva Carvalho, no último dia 8 de abril, foi um dos destaques em evento realizado no Grêmio Náutico União – Porto Alegre, comandado pela AGAS - Associação Gaúcha de Supermercados. Fato corriqueiro, o Grupo Guanabara tem sido anualmente destacado em várias categorias de avaliação, dentro do setor supermercadista do Rio Grande do Sul. Concentrando suas atividades em Rio Grande, Pelotas e São Lourenço, a Rede de Supermercados, braço maior do Grupo, desafiou ao longo da sua existência a economia em depressão da região Sul, perseverando e enfrentando com trabalho árduo a concorrência predatória de alguns gigantes multinacionais. Surpreendeu-me negativamente como comunicador, cidadão e empresário o silêncio da mídia, das autoridades e dos segmentos representativos locais para tal distinção, pois entendo que fatos como este deveriam servir para alimentar a autoestima da nossa gente e de motivação aos novos empreendedores.

Coadjuvado por competente equipe de colaboradores, selecionados ao longo do tempo por perfil identificado com a filosofia do Líder, o Guanabara conquistou a preferência da sua clientela, fiel ao longo destas cinco décadas ao jeito Guanabara de fazer, sempre simplificando e facilitando a vida dos seus fregueses. Todas essas referências e considerações objetivam exaltar o tal “Case” Guanabara, firmado na simplicidade, que vem consolidando essa saga desde o percussor, o português Luiz Carvalho e já sendo absorvida pela nova geração, todos desprovidos de qualquer vaidade, arrogância ou prepotência, características predominantes em muitos poderosos de diversos segmentos.

O sucesso tem compromissado o Grupo com a Região, espraiando os investimentos em inúmeros segmentos da economia, com destaque na construção civil e na breve inauguração de loja no Praça Rio Grande Shopping Center, com o que o Guanabara ultrapassará a marca de dois mil empregos diretos. Como não se tocar, ao constatar uma trajetória de tantas realizações e comprometimento com uma Cidade a receber de segmentos, autointitulados representativos, uma má vontade deliberada, como se fosse pecado contribuir para o desenvolvimento?

Sei - porque somos contemporâneos de escola e futebol, que ambos amamos, e também por sempre estar acompanhando e sendo protagonista das coisas da nossa Rio Grande - que, por sua personalidade, Luizinho Guanabara sempre declina de homenagens e honrarias. Não é esta a minha intenção neste artigo. Quero marcar, através das mídias em que estou inserido, um reconhecimento público e um desagravo a este grande homem, grande empresário e grande cidadão. Para uma pessoa com tantas virtudes, me parece justo alinhá-lo a outro ícone do desenvolvimento empresarial desta Cidade, Francisco Martins Bastos, o nosso “Marechal do Petróleo” criador do Grupo Ipiranga.

Portanto, em cenários de tanta inveja, falta de respeito e consideração, quero, com este artigo, simplesmente fazer um carinho, um afago a este ser humano maravilhoso, solidário e benemerente, outorgando-lhe simbolicamente, em nome da legião de admiradores que vem acumulando nesta sua prodigiosa existência, o título de “Marechal do Varejo”. Longa vida, felicidades, saúde e sucesso a Luiz Carlos da Silva Carvalho.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

HÁ BRASIS QUE FUNCIONAM BEM! MAS...SEM POLITICAGENS

terça-feira, 01 de Abril de 2014 | 13:00

A receita básica para o BOM funcionamento é conhecida: EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E ZERO POLÍTICOS NA OPERACIONALIZAÇÃO. As notícias de áreas como a política, de política econômica, de gestão administrativa, fiscal...ONDE TEMOS INDICAÇÕES POLÍTICAS, SÃO DRAMÁTICAS. O Brasil PIORA NO CENÁRIO, o crescimento é baixo, comparado a congêneres, as gestões administrativas e fiscais são ruins.

O MUNDO, constatando o RUMO ERRÁTICO DAS AUTORIDADES BRASILEIRAS, reage. E a Agência Internacional de Classificação de Riscos “STANDARD & POOR’S ( S&P) rebaixou, no“Rating” Soberano DO BRASIL DE “BBB” PARA “BBB-“. Estamos nos esforçando como rabo de cavalo, já perto da Argentina, cuja classificação é CCC. O vinho está virando vinagre!!!

PETROBRÁS E ELETROBRÁS foram também rebaixadas. E Instituições financeiras públicas, idem. Pudera, com a interferência política recorrente....Prevendo prejuízo, acionistas minoritários da Petrobrás entraram com processo na Justiça do Rio. Temem perdas. Ex: que a contabilidade de refinarias problemáticas, como a Abreu de Lima, (PE), fique perdida no meio da contabilidade da petrolífera. DESCONFIANÇA, EM NEGÓCIOS, É O PIOR NEGÓCIO!

Há muito as agências vêm sinalizando que o Brasil corria riscos. Notadamente ao lançar mão de mecanismos como a contabilidade mágica, digo, CRIATIVA, PARA INGLÊS VER e a foto das contas públicas não sair borrada. Ocorre que todos perceberam o truque. O Brasil está mais para um ESPETÁCULO DE “BIG BROTHER” ( BBB) O QUE PARA O “RATING” “BBB”.

Mas há Brasis que dão certo, quando não há políticos por perto, com educação e formação profissional, determinantes para a elevação de renda e ganho em tecnologias.

Exemplo: HÁ MUITOS SOLDADORES, COMO OS MILHARES QUE ATUAM EM RIO GRANDE, QUE GANHAM EM MÉDIA R$30 MIL POR MÊS. Mas...possuem curso superior e ótima formação técnica. Eles zelam pela qualidade das soldagens no Brasil. Como?

Graças a entidades PRIVADAS como a Fundação Brasileira de Tecnologia de Soldagens (FBTS), NO RIO e a ABENDI, em SÃO PAULO, sua coirmã. Elas atual em parceria, NÃO TEM FINS LUCRATIVOS e foram criadas por inspiração nos Institutos de Tecnologia Industrial que a Inglaterra criou a partir de 1915 e que hoje estão por toda a Europa. Fazem o meio de campo entre as Universidades, as Empresas e os Centros de Formação Profissional. Em silêncio, incorporam inovações e avanços tecnológicos, como os vindos da Itália que reduzem a 1/6 ( de 12 para 2 horas ) o tempo de soldagem dos vãos para ligar plataformas à terra firme. SEM POLÍTICOS NA OPERACIONALIZAÇÃO SOMOS LEVADOS A DEDUZIR, SEM MUITOS ESFORÇOS, QUE TUDO TENDE A DAR MAIS CERTO. PENA QUE NOSSAS AUTORIDADES NÃO ASSIM PENSEM!!!Pense com carinho nisso!

Economista*


Escrito por Nerino Dionello Piotto

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QUEM SOU

Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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