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JOÃO ALBERTO TALAYER é sociólogo e psicoanalista. Gaúcho, de Santa Vitória do Palmar, vive e trabalha em Málaga – Andalucia – Espanha.
Site: www.escolaterapias.com

 


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OS DRAMAS DA ALMA

sexta-feira, 28 de Junho de 2013 | 15:00

CURSO DE FORMAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA DE TEREPEUTAS EM TERAPIA REGRESSIVA INTEGRAL

NA CIDADE DE RIO GRANDE

Este tema tem despertado, ao longo do tempo, o interesse de médicos, psiquiatras e terapeutas. Atualmente em razão ao aumento da carência das pessoas, existe uma busca maior de respostas para comportamentos, atitudes e sintomas inexplicáveis que comprometem a convivência, o bem estar e o equilíbrio o ser humano.

Com o uso de técnicas seguras, supervisionadas por profissionais especializados, pode-se recordar o passado e relembrar os motivos que geram o problema.

A Terapia Regressiva Integral (TRI), método terapeutico que utilizo, além de ser um tratamento para o alívio de fobias, depressão, síndrome de pânico, angustia, problemas físicos, dentre outros, encerra em si o autoconhecimento, a busca do Eu interior pois o ser humano encontra em seu passado a causa, a origem de seus problemas, suas ligações afetivas, seus desafetos, suas doenças..

A TRI atinge a camada mais profunda das fobias e, no ambiente controlado e seguro do consultório, o sofrimento pode emergir e ser liberado.

 

A CURA PELA CONCIENTIZAÇÃO DO TRAUMA NO PASSADO.

 

Diante desta conscientização, o paciente, adquire as ferramentas necessárias para quebrar padrões negativos, compreender suas limitações e ampliar as possibilidades familiares, profissionais e sociais. Assim encontra o equilíbrio indispensável para a saúde mental, física e emocional.

Na TRI podemos voltar ao passado, o que é apenas uma figura e linguagem, pois podemos somente nos dirigir ao futuro, e mesmo assim permanecermos continuamente no presente. Com regressão ao passado queremos dizer: contatar o passado que carregamos conosco agora. Não voltamos a experiência passada e vidas passadas, mas ao passado retido, que carregamos agora. Quando retrocedemos durante a terapia. Vamos a coisas do passado que interferem agora. Na terapia a única razão para retroceder ao nosso terceiro ano de vida é que algo da criança de três anos está agora dentro de nós, fixado numa experiência traumática com todos os concomitantes sentidos e pensamentos. Carregamos conosco o passado problemático com sombras não resolvidas ou restos não digeridos.

Estamos de acordo com Freud no que diz respeito a forma de ajudar as pessoas: fazer reviver o momento original causador do trauma que influenciou o presente sofrimento. Acreditamos que muitos problemas tem suas raízes em existências passadas e que essas existências possuem traumas que comprometem a vida atual do individuo. Os problemas que muitas pessoas possuem atualmente se originam no subconsciente, e na maioria das vezes feitos já totalmente esquecidos.

O elemento causador desses problemas esta profundamente enterrado na mente do paciente  e poderá ser, as vezes, um sentimento ou atitude de natureza oposta a maneira com a qual a pessoa sente, ou pensa que sente, ao nível consciente.  

 

A TÉCNICA PARA CHEGAR AO INCONSCIENTE.

 

A TRI está construindo seu próprio corpo teórico e técnico baseado nas evidencia dos feitos passados, através do trabalho realizado com os pacientes, sem que importe confirmar a veracidade ou não da eternidade do ser, ou de outras existências, apenas admitindo que essa realidade pode ser uma criação mental ou uma fantasia por parte do paciente.

No trabalho que desenvolvo com meus pacientes e alunos não utilizo a hipnose, muito difundida no ocidente, porque compreendo que este método é muito dirigido, e dificilmente alcança o objetivo principal, que é reunificar o ser. Utilizo uma técnica de relaxamento adicionada a uma técnica de sugestão, este conjunto possibilita ao paciente um estado que permite, desde o primeiro momento, chegar ao passado. Desta forma conectamos o inconsciente sem desconectarmos o consciente, permitindo a percepção dos vínculos entre o passado e o presente.

Uma regressão terapêutica assimila tal episódio ao discerni-lo, revive-lo e integra-lo, e assim, liberando-se dele.

Ele não mais nos persegue. Por todos esses anos, havia algo não assimilado em nossa psique (alma), quase sempre com uma precipitação em nosso corpo. Afinal, somos seres psicossomáticos. Agora o assimilamos e o resolvemos.

Estou seguro que todos os métodos psicológicos desenvolvidos até hoje possuem o mesmo objetivo: auxiliar o ser humano para que este possa adquirir conhecimentos de si mesmo, dos outros seres, e do mundo que lhe cerca desenvolvendo uma melhor qualidade de vida.

CURSO DE FORMAÇÃO TEÓRICA E PRÁTICA DE TEREPEUTAS EM TERAPIA REGRESSIVA INTEGRAL

NA CIDADE DE RIO GRANDE

 

João Talaier   -  Psicoanalista

Fone: (51) 9433 3636

www.escolaterapias.com


Escrito por João Alberto Talayer

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GAUDÍ

sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012 | 10:55

Visitar a espanha e não conhecer a obra de Antonio Gaudí i Cornet é como ir a Roma e não ver o Coliseu ou o Vaticano.

Tem em volta de Gaudí um manto de mistério. Provavelmente o primeiro obstáculo de acesso a sua obra é o mistério intrinseco de todo gênio, agravado pelo fato de Gaudí ter criado uma zona de silêncio em volta de sua pessoa. Gaudí, apesar do pouco tempo que nos separa de sua obra, surge entre nós com a áurea do mágico prestigio de que Jung denominava personalidade maná: é o sábio, o iluminado, é o artista com superioridade intelectual e espiritual.

Vamos a sua obra.

Uma primeira fase que se pode identificar na arquitectura de Gaudí poderá ser chamada de “mourisca” uma vez que o arquitecto buscou inspiração naquele tipo de construções: as formas, as cores, os materiais, tudo aponta na mesma direcção.

Outra fase importante da obra de Gaudí foi aquela que decorreu sob o mecenato de Güell. Este rico habitante de Barcelona era o retrato do industrial bem sucedido. A sua casa estava aberta aos artistas e Gaudí foi também acolhido e aí contactou com a chamada “Arte Nova”, que viria a usar mais tarde. As encomendas de Güell a Gaudí montam a cinco obras de arquitectura.

Uma outra fase identificável na obra de Gaudí é o que se pode classificar de período “gótico”. Gaudí utilizará os princípios deste estilo, bem como algumas das suas formas mais típicas; no entanto o gótico em Gaudí manifestar-se-á também em inovações ousadas, como são, por exemplo, os seus arcos parabólicos.

Já arquiteto de créditos firmados, Gaudí buscou um estilo próprio e se quisermos citar exemplos desse estilo as casas Batló e Milá serão certamente as que nos acudirão ao espírito. De tal forma ousadas eram essas construções que o público de Barcelona, apesar da estima e do prestígio de Gaudí, não deixou de as alcunhar e de as considerar quase aberrantes. A obra de Gaudí por excelência foi, no entanto, o templo expiatório da Sagrada Família, obra a que dedicou uma parte importante da sua vida e em que trabalhou aturadamente nos seus últimos 12 anos de existência.

O segredo da sedução da arquitetura de Gaudí está em que ele buscou as soluções técnicas das suas construções diretamente na natureza. Por isso Gaudí está sempre na moda, não cansa, continua a ser admirado. A reação das crianças perante as obras de Gaudí chama a atenção, pois percebem uma natureza que parece estar viva. Sentem-se cativados. Quem sabe a sua arquitetura está fora do tempo e resiste a ser classificada dentro de uma tendência ou escola concretas, porque não teve como objetivo fazer arte, mas projetar formas funcionais e úteis".

O arquiteto espanhol morreu aos 74 anos vítima de um atropelamento. Dizem que bebia muito e era viciado en cocaina, ao sair da Sagrada Familia, onde vivia, para comprar cerveja, foi atropelado por um caminhão que transportava cervejas. Taxistas que passavam no local se recusaram a levá-lo a um hospital porque pensavam se tratar de um mendigo. No hospital ficou entre os mortos indigentes, graças a um empregado que o reconheceu foi identificado o maior genio da arquitetura espanhola. Nos últimos anos de sua vida, Gaudí não cuidava de sua aparência e evitava o contato com os jornalistas, motivo pelo qual há poucas fotos do arquiteto. Seu corpo está enterrado na cripta da Sagrada Família.

Barcelona foi a primeira cidade em que morei na Espanha, de 2005 a 2008, justamente numa cobertura a duas quadras da Sagrada Familia, foram entardeceres maravilhosos contemplando a igreja.

Maria Del Mar, minha namorada, não é fotografa profissional mas tentou dar uma noção para que possam ter uma idéia do que é sua obra.

Um abraço e muita luz.


Escrito por João Alberto Talayer

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Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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