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Os cascalhos de um Pais, livre, fraterno e igual

terça-feira, 08 de Dezembro de 2015 | 18:53

Vive-se, nesse presente precário, com os olhos naquele distante passado prometedor e com receio de que, em breve, estejamos num futuro miserável, o que mais se abaterá sobre nós? Esses sentimentos desnorteadores ladeiam a política nacional, que nos sufoca com as nuvens tóxicas compostas por elementos podres de todos os partidos. Os ares de Brasília subiram e contaminou a atmosfera do território brasileiro.

Aqui em baixo estamos todos paranóicos, aguardando os últimos movimentos dessas peças de xadrez, que é a política e, como o tabuleiro, esperamos as decisões de quem tem a vez de jogar. Porém, em partida de mentirosos, todo cuidado é pouco, não vale à pena apostar em Dilma. Contudo, muito menos em Eduardo Cunha, ambos são matreiros e escorregadios. Mas, sabemos que a dama e o bispo, tal qual a torre e o cavalo é quem defende o rei no tabuleiro. Na política, não é diferente, há vários homens fazendo papéis de damas e bispos, tanto quanto torres e cavalos.

O jogo teve seu início, apenas vencerá o bom jogador, o verdadeiro estrategista. E nesse momento, quem for o vencedor roubará o restante do butim. É pura ilusão daqueles que vestem as camisas dos partidos imaginar que o Brasil irá melhorar com a queda de Dilma ou a derrocada do Cunha. Esse último vai desmoralizar o governo do PT antes de ser corrido do cargo. Já, a Dilma entregará seu governo para o inimigo Michel Temer enquanto estarão decidindo o impedimento de seu mandato.

E, com Temer no comando, vão-se empilhar pmdebistas nos cargos mais privilegiados do governo e ninguém fará coisa alguma nessas funções, mas, vão incorporar vantagens permanentes em seus salários. Assim funcionam as empresas públicas, são todas, sem exceção, cabides de empregos e nelas existe a possibilidade de, sem nenhuma habilidade profissional, obter-se excelentes quantias para defender seus interesses. E dizem que nesse país de militantes egoístas a luta é pela fraternidade.

A verdade é que não há boas intenções nessa política oportunista, são todos corruptos e corruptores, apenas lutam por seus interesses, independente de partido. Os partidos que não compõem o governo esperam a oportunidade de ingressar nos milhões de cargos que ficarão vagos nesse Estado Democrático de Direito com o afastamento do PT e do PMDB. A democracia tornou-se a cortina de ferro que separa os direitos fundamentais do voto obrigatório. Ora, se o voto é obrigatório, logo não há liberdade! Não havendo liberdade, não há direitos. Sendo assim, não participamos de nada. Basta ver, como nós estamos decidindo a saída de Cunha e o impedimento de Dilma. Se os dois são nossos representantes, onde consta que queremos a saída de Dilma e do Cunha? Estou confuso! Enfim, o que é Estado Democrático de Direito? O PT pediu o impeachment de Collor e foi atendido, porém, não aceita que peçam o seu...tá ficando complicado entender!

*Professor e corretor de imóveis


Escrito por Prof. Nery Porto Fabres

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As manobras políticas criaram dois Brasis, aquele das urnas e o da Pátria educadora, porém, ambos são fictícios

quarta-feira, 21 de Outubro de 2015 | 16:56

O que o Brasil fará com os milhões de brasileiros que concluíram os estudos nas faculdades de todo o território nacional, além de jogá-los em subempregos nas mais diversas metrópoles desse inóspito e decadente mercado de trabalho?

Não há resposta para essa pergunta, pois os políticos que administram o Brasil pensam apenas nas campanhas eleitorais. Como a de 2014, que tinha como slogan: Brasil; pátria educadora. Mas, para que serve educar, no sentido de qualificar o cidadão com título de terceiro grau, se não há o aproveitamento desse indivíduo.

Por outro lado, a política irresponsável finge proporcionar aos milhões de cidadãos das mais diversas faixas etárias que ingressam nas faculdades, o valor de conquista. Enaltecendo a competência acadêmica daqueles que acreditaram na oportunidade de inclusão no mercado de trabalho através dos estudos.

Assim, a política com suas estratégias de campanha aprisiona o voto, mas não gera emprego a ninguém após a conclusão do curso superior, mestrado e doutorado. O Estado vira as costas, e a esses lhes restam apenas os diplomas para por junto ao quadro de formatura na casa de seus pais. E depois voltam a seus subempregos.

Dito isso, entendo que esse graduado ou pós-graduado que permitiu a si ter um valor diferenciado em meio à sociedade, pelo seu esforço e dedicação aos estudos é submetido à vexatória condição de desempregado se não se submeter ao subemprego oferecido pelo mercado. Esse indivíduo só percebe que não há emprego oferecido pelas estatais e muito menos pela iniciativa privada quando se dá por conta que foi usado por um governo que o queria como estatística positiva para angariar empréstimos nos países do primeiro mundo. Aqueles que analisam o mundo através de gráficos.

De modo que, o governo não está nem um pouco interessado no cidadão. E fica evidente que as universidades públicas e privadas, tanto quanto os institutos federais não estão em sintonia com os ministérios da gestão pública federal e esses tampouco com as empresas empregadoras da indústria e do comércio. Sobre essas faculdades brasileiras, pode-se dizer que apenas montam um projeto de conhecimento para o aluno a fim de torná-lo um instrumento sem valor, daqueles que ficam a disposição de quaisquer interesses que ofereçam o mínimo de recurso para a sua subsistência. Por esse motivo que os filhos dos políticos estudam no exterior e têm contas na Suíça.

Comparar as universidades brasileiras com as localizadas no primeiro mundo é como querer desprezar a inteligência dos tupiniquins.

Lá. As instituições de curso superior pensam na colocação do aluno no mercado de trabalho. Os profissionais que estão sendo formados sabem exatamente para onde irão ao término do curso. Aqui, o governo apenas quer gerar a oportunidade de ensino para mascarar os índices de valorização humana, junto aos órgãos internacionais. Como quem diz - nós nos preocupamos com nossa sociedade. Mas, não passa disso.

Na verdade, nenhum administrador público está preocupado em ajustar o mercado profissional para enquadrar os formandos de todas as áreas oferecidas nas faculdades brasileiras.

Basta saber que, de janeiro a março deste ano, os desempregados com diploma de curso superior aumentaram 21,25% em relação ao mesmo período de 2014, isso baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Vale lembrar que muitos diplomados se propuseram a assinar carteira no subemprego e, portanto, não constam nessa estatística.

Logo, não haveria de existir vagas em nenhuma instituição de ensino superior sem primeiramente o governo conceder prévia oportunidade de emprego. O planejamento deveria reger os cursos universitários.

Principalmente, não deveria, em nenhuma hipótese, as universidades portarem bandeiras partidárias. O compromisso com os partidos políticos afasta o compromisso com a Educação.

*Professor e corretor de imóveis


Escrito por Prof. Nery Porto Fabres

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Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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