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Diário

Senador Lasier Martins cobra ação do congresso diante da crise

quinta-feira, 20 de Abril de 2017 | 15:23

  Em pronunciamento feito nesta terça-feira, 18 de abril, da tribuna do senado, o senador Lasier Martins (PSD-RS), exortou seus pares do congresso a tomarem providências eérgicas no sentido de atuar, tanto no aspecto comportamental como no institucional, agilizando a discussão e votação de medidas que apontem para encaminhar soluções para a crise. destacou pontos da urgente reforma politica, propondo o voto distrital misto e o fim das coligações proporcionais bem como a perspectiva de voto em lista partidária, considerado pelo líder como um retrocesso.
  Destacou os abusos cometidos no âmbito do BNDES, ainda não investigados e elogiou as providências por parte da presidente do STF, ministra Carmen Lúcia e do presidente do conselho federal da OAB, advogado Cláudio Lamáquia, que propuseram, respectivamente, a colocação em pauta na suprema corte o debate com relação às restrições ao foro priviligiado e também a convocação de juizes federais para agilizarem a instrução dos processos da lava jato. Finalizando aproveitou para destacar a atitude do jogador de futebol Rodrigo Caio, do São Paulo e da seleção, que impediu a punição de um inocente numa interpretação equivocada da arbitragem. Também teceu criticas contundentes ao todo poderoso empresário Emilio Odbrecht, dono do conglomerado que leva o seu nome, que têm tratado o maior escândalo de corrupção do mundo, do qual ele é o principal protagonista, com cinismo e deboche, desconhecendo a dor dos milhões de brasileiros que são vitimas diretas das suas maracutais.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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A UNANIMIDADE DO GOLEADOR DOS PAMPAS

sábado, 23 de Abril de 2016 | 11:59

 

O grande Nelson Rodrigues, certa feita imortalizou a assertiva de que: “toda a unanimidade é burra”.

Ao longo do tempo tenho me ocupado da definição, às vezes achando-a pertinente, em função da inapetência das pessoas em discordar, questionar. Noutras vezes, como nesta crônica, reconheço que determinadas situações e personagens, ganham essa qualificação, pela obviedade e conjunto da obra.

Antônio Azambuja Júnior, o Nico, inspirador e destinatário deste texto é uma Unanimidade, entre os que acompanharam sua brilhante trajetória pelos gramados do Sul do País, outros, como é o meu caso, pelo protagonismo dentro e fora do futebol.

Figura carismática, jamais nega um contato, um abraço, um conselho ou uma orientação, sobre esta atividade que venerou e honrou como poucos.

Limitado praticamente à Cidade do Rio Grande, sua terra natal, eternizada como “Capital do Futebol”, pelo saudoso Jornalista e Radialista, Paulo Gilberto Corrêa, Nico atuou nos três clubes profissionais da Cidade: Esporte Clube Rio Grande, Esporte Clube São Paulo e o seu, Futebol Clube Riograndense, o “Guri Teimoso”, atualmente afastado das competições.

Sempre vinculado ao futebol, Nico fundou e coordena os “Milionários”, formação que há 50 anos congrega ex-atletas profissionais, que se apresentam nos gramados da região, divulgando o esporte bretão. Este grupo sobrevive graças à liderança e persistência do “Velho Artilheiro”.

Comentarista esportivo, campeão de audiência, Nico circula pelas Cidades da Zona Sul, desfrutando do grande prestigio e respeito, conquistado e mantido por sua irretocável carreira profissional.

Muitos tiveram carreiras de maior repercussão em grandes clubes nacionais e até na Seleção Brasileira, mas ninguém alcançou esse patamar e essa perenidade, obtida pelo nosso homenageado. Nico é unanimidade, inteligente, consagrada, imortal. Desculpe, Nelson Rodrigues!...

 


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Amizades urgentes da maturidade

terça-feira, 06 de Janeiro de 2015 | 18:03

À medida que vamos amadurecendo, algumas características vão sendo potencializadas, tanto para o bem como para o mal. Ficamos - isto é uma verdade absoluta - muito mais seletivos e exigentes. Os jovens definem essas peculiaridades como rabugice e chatice; se justificam: ninguém gosta de ser analisado, cobrado, julgado.

A experiência obtida com relacionamentos e vivências humanas ao longo de décadas, as más companhias e as ingratidões, nos torna experts nesse metier, fazendo com que dificilmente erremos nessas escolhas. Lembro que na juventude qualquer encontro fortuito já nos levava a classificar novos relacionamentos como amizades. São apenas conhecidos, talvez parceiros nesta ou naquela atividade, neste ou naquele objetivo.

Estou cada vez mais endurecido em outorgar essa titulação, essa distinção, já que na realidade tenho descoberto que amizades, sem detrimento das “velhas amizades”, independem de tempo ou duração, começam repentinamente num contato qualquer e vão ganhando importância por diversas motivações.

Solidariedade, gratidão, empatia, disponibilidade e algumas afinidades, compõem os ingredientes básicos para fomentar e consolidar uma verdadeira amizade. Nada mais me gratifica e me satisfaz do que ter e ser reconhecido como amigo.

As amizades turbinam nossos negócios e carreiras, encurtam distâncias, pavimentam caminhos e são indispensáveis para que tenhamos boa saúde e, com certeza, são fundamentais ao prolongamento das nossas vidas, pelo que agregam de positivo.

Amo tanto cada um dos meus amigos, sou tão grato por tudo que dedicam a mim, que nem imagino viver sem a presença e disponibilidade deles. Sou, confessadamente, “amigo dependente”, e persevero a cada dia da minha existência na busca do meu crescimento como pessoa, como ser humano, para poder retribuir à altura, tudo que tenho recebido.

Lasier Martins e Pedro Arthur Neves Valério: “Amizades se confirmam e se consolidam também através de sonhos, ideais, desafios e lutas. Estamos juntos”.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Seguindo Líderes, buscando a boa política

segunda-feira, 29 de Dezembro de 2014 | 11:57

No último dia 18 de dezembro de 2014, após longo período de reflexão e avaliação, resolvi, acompanhado por lideranças expressivas da política Riograndina, dar uma reviravolta, um novo direcionamento à minha militância política, aceitando o convite do Senador Lasier Martins, das Executivas Municipal e Estadual do Partido Democrático Trabalhista, filiando-me ao PDT.

Foram trinta anos de PFL/DEM, onde entreguei o melhor da minha disposição e capacidade. Lutei a boa luta, fiz da atividade pública um meio de melhorar a vida dos mais necessitados, a busca incessante pela justiça social e na defesa intransigente da Democracia.

Lidero e sou liderado, ninguém é uma ilha, a vida em sociedade nos impõe ser protagonistas e também coadjuvantes. Busco diariamente em tudo o que faço dar razão ao meu viver, tornar-me útil e retribuir em trabalho desafrontado o muito que tenho recebido de tudo e de todos. Para mim a vida só tem sentido se deixarmos, indelével, algo de positivo para a coletividade e que honre os nossos filhos e amigos.

Neste ano da graça de 2014, as atividades radiofônicas e empresariais me oportunizaram melhor conhecer um dos ícones do jornalismo brasileiro, Lasier Martins. “Top of Mind” como comentarista da RBS TV. Lasier, após 53 anos de atividades jornalísticas, aceitou o desafio e buscou eleição ao Senado da República. Saiu da cômoda posição dos homens de sucesso, dos realizados, no afã de contribuir para que tenhamos uma política ética, vertical, propositiva e transparente. Vejam: as manifestações e protestos populares de junho de 2013 serviram de molas propulsoras, foram a verdadeira gota d’água, dessa corajosa decisão. À época, consultado junto com outros interlocutores pelo Estado afora, junto com o amigo Luiz Arthur Corrêa Dornelles, resolvi abraçar a causa, que ao final se tornou exitosa, com o aval de 2.145.479 gaúchos.

Durante todo esse processo eleitoral, recheado de incompreensões e dificuldades, muitas afinidades foram aflorando e os convites para acompanhá-lo na futura, porém incerta caminhada também foi crescendo. Concretizado o sonho, tornou-se imperiosa a decisão, que foi positiva, afinal jamais se nega apoio e solidariedade a um Líder, menos a um Amigo.

Respeito muito a história do Trabalhismo, na Política e nas conquistas obtidas ao longo do tempo para a classe trabalhadora do Brasil. Admiro os “Monstros Sagrados”: Alberto Pasqualini, Getúlio Vargas, Fernando Ferrari e Leonel Brizola, não obstante, escolhi, de sempre, o Grande Brasileiro, Sociólogo e Indigenista, Darcy Ribeiro, como um dos meus ídolos - sou de seguir ídolos e líderes - que passa a ser a minha referência dentro do PDT, sem detrimento das grandes lideranças contemporâneas, estaduais e nacionais.

Vou com o Senador Lasier Martins, com os homens e mulheres do PDT, na busca intransigente da boa política. “Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca”, asseverou Darcy Ribeiro.Este será o meu norte, militando na vanguarda, propondo e discutindo, aceitando missões e desafios. Vamos à Luta.

 

* Na Foto(da esquerda para a direita): Vieira da Cunha, Afonso Motta, Pompeo de Mattos, Alberto Alfaro e Lasier Martins. Poa. Em: 18/12/2014


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Homens fazem sexo, mulheres fazem amor

segunda-feira, 28 de Julho de 2014 | 10:33

Esta frase, tantas vezes repetida, contestada e defendida, que resume uma posição mundialmente consagrada, foi forjada e lapidada pelas mulheres contemporâneas, que dominam praticamente tudo nos últimos tempos.

É titulo do livro do casal de australianos, Allan e Barbara Pearse: “Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor?“, que, além de tornar-se um bestseller, transformou-se em um filme e também incentivou-os a escrever o também tendencioso: “Porque os homens mentem e as mulheres choram?”

Óbvio que essas obras são meramente mercantilistas e tentam sugerir que os homens são práticos, frios e calculistas e as nossas companheiras sentimentais, emocionais, etc.Não obstante, é incontestável que nessas propostas existe um viés científico e bem humorado das nossas diferenças e contemplam avanços da ciência e da evolução humana que são muito bem-vindos. Ganhou tanta força que virou uma tese, um movimento que se consolida, também, em consultórios de analistas e psicólogos.

Essa discussão nos leva aos homens das cavernas, que arrastavam suas presas pelos cabelos, para lá, indefesas, serem possuídas. Se iam nesse rudimentar transporte, óbvio que iam contra vontade, literalmente à força. O sexo era para a manutenção da espécie, procriação, visto ao contrário era pecaminoso.

Essa situação, infelizmente, perdurou por milênios e ainda se constata em culturas atrasadas e preconceituosas, especialmente por motivações religiosas. Na primeira metade do século passado, o Dr. Alfred Kinsey, cientista americano, pesquisou e revelou questões que foram fundamentais ao resgate de uma posição mais equânime sexualmente entre homens e mulheres. Lembro que o orgasmo, ápice de uma relação sexual, foi até pouco tempo privilégio dos homens, não cabendo às mulheres sequer discuti-lo, reivindicá-lo. Hoje, felizmente é matéria discutida abertamente e tratada, quando for o caso.

Esse processo andou tão rápido que hoje quem controla, define e dá as cartas na questão sexual são as mulheres, o que me leva a pensar que essa história de que nós fazemos sexo e elas amor não passou de uma mórbida estratégia para nos penalizar, resgatando uma conta, um contencioso de milênios. Fosse essa tese verdadeira, não existiriam tantos adultérios e traições protagonizados por iniciativa das mulheres que, infelizmente, estão cada vez mais parecidas conosco, a quem sempre foi atribuído esse pernicioso comportamento. Vejam que essa evolução foi tão rápida e surpreendente que desapareceu do cenário relacional a antiga: ”discussão da relação”, costumeiramente levantada pelas mulheres. Hoje algumas discussões a respeito são de iniciativa masculina, mas tal qual no passado, são rechaçadas com veemência. Efetivamente estamos pagando a “mula roubada”, parece um complô internacional, intergaláctico, talvez.

A situação é tão complicada que recentemente foi divulgado no tabloide britânico,jornal Dayly Mail, o caso de um casal europeuem que o marido frustrado pelas negativas da mulher em fazer sexo, aproveitou a viagem da esposa para lhe enviar um e-mail contendo uma planilha contemplando todos os dias do mês de junho deste ano, onde registra todas as negativas e os motivos. A mulher, raivosa, tentou ligar-lhe antes do embarque, semsucesso.Resolveu, como retaliação, compartilhar a tal planilha no Reddit. Embora respeitando o anonimato do casal, a mulher criou uma polêmica que ganhou repercussão internacional e não serviu de nada para os protagonistas, só aumentou o contencioso. Sabe-se que no registro foram assinaladas três relações no período, e que as motivações para o “não” foram as de domínio internacional: dor de cabeça; cansada, levantar cedo, dormir tarde, bebi e comi muito, etc. etc. Não é minha intenção apagar esse incêndio colocando mais combustível, afinal as coisas andam muito feias para os homens em termos de sexo, mas uma advertência é indispensável: “Preparem-se, as coisas, que não andam boas, podem piorar”.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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